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O Ibovespa encerrou a sessão de quarta-feira (4) em queda forte de 1,44%, atingindo 121.801 pontos. O dólar comercial fechou estável (-0,54%), cotado a R$5,17, assim como as taxas futuras de juros.
DI jan/22 fechou em 6,37%; DI jan/24 encerrou em 8,55%; DI jan/26 foi para 8,96%; e DI jan/28 fechou em 9,23%.

Brasil

Já após o fechamento dos mercados, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou a taxa Selic em 1 ponto percentual (de 4,25% para 5,25% ao ano), conforme o esperado. O Banco Central sinalizou para a próxima reunião “outro ajuste de mesma magnitude”.

Dessa forma, a XP revisou a projeção Selic ao fim do ciclo de alta em 7,25%, ante 6,75%.

No lado fiscal, o governo deve enviar nesta quinta-feira (5) ao Congresso uma Emenda Constitucional que permite ao Tesouro adiar, anualmente, parte do pagamento de precatórios.

Entre os destaques da política brasileira está aprovação, pelos deputados, do regime de urgência para o projeto de reforma no imposto de renda, permitindo assim que ele seja apreciado diretamente pelo plenário, sem necessidade de discussão nas comissões temáticas. A previsão de Arthur Lira é a de colocá-lo em votação na próxima semana. Nesta quinta-feira, o presidente pretende colocar em pauta o texto que trata da privatização dos Correios.

Internacional

Bolsas operam levemente positivas (EUA +0,3% e Europa +0,4%), após menores contratações do setor privado americano (330 mil empregos vs. 653 mil esperados) abrirem espaço para uma possível manutenção dos estímulos do Federal Reserve por um período mais alongado.

Na Europa, pedidos da indústria alemã superam as expectativas após atividade econômica registrar expansão mais rápida dos últimos 15 anos.

Na China (-0,6%), ações de tecnologia ligadas a jogos voltam a cair após governo ameaçar remover benefícios fiscais para “setores em estágio inicial de desenvolvimento”.

Em linhas gerais, ainda que a disseminação da variante delta do Coronavirus continue preocupando, os indicadores econômicos, no entanto, seguem mostrando sólida recuperação nos países desenvolvidos.

**Com informações da XP

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