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O Ibovespa fechou a sexta-feira em queda de 0,9%, aos 125.053 pontos. O dólar comercial ficou estável e fechou a última semana cotado a R$ 5,20.

A agenda desta semana está repleta de indicadores e eventos importantes. Enquanto a temporada de divulgação de balanços do segundo trimestre de 2021 começou no Brasil na semana passada e ganha força nos próximos dias, essa será a semana mais importante de resultados lá fora , com quase metade do valor de mercado do S&P 500 reportando.

As atenções dos mercados globais também vão estar voltadas para a reunião de política monetária do Federal Reserve, seguida pelo discurso do chairman Jerome Powell.

Ainda no cenário internacional, destaque para a publicação dos resultados do PIB do 2º trimestre e de índices de inflação nos Estados Unidos e na Europa. No calendário econômico do Brasil, teremos dados de mercado de trabalho, contas externas, contas fiscais e inflação ao longo desta semana. Além disso, esperamos continuidade das discussões sobre a proposta de reforma tributária.

Internacional

Bolsas internacionais amanhecem em território negativo (EUA -0,2% e Europa -0,3%) após índices americanos encerrarem a semana em níveis recordes na sexta-feira (23). O movimento negativo é reforçado pelo aumento regulatório na China (-3,22%) em virtude de novas pressões regulatórias sob empresas de educação e tecnologia, segundo analistas da XP.

O mercado também acompanha as tensões entre os Estados Unidos e a China. Durante diálogos entre autoridades de alto-escalão em Tianjin, a China acusou Washington de ser responsável por “impasse” nas relações entre as nações e criar um “inimigo imaginário”, segundo comunicado do ministério das Relações Exteriores chinês.

Ainda na seara internacional, as negociações pelo pacote de infraestrutura no Senado americano voltam a ser destaque. Os partidos esperam avançar a pauta nos próximos dias, mas divergências permanecem sobre o financiamento de transporte público.

Se não houver acordo até o meio da semana, o calendário do líder democrata Chuck Schumer – que busca aprovar o projeto na Casa até o recesso parlamentar na segunda semana de agosto – pode ser colocado em cheque. Diante dos obstáculos, parlamentares avaliam a possibilidade de postergar o recesso.  

Brasil

O governo tenta usar os últimos dias antes do retorno do Congresso aos trabalhos para ajustar os ponteiros. O senador Ciro Nogueira deve se reunir nesta segunda-feira (26) com Jair Bolsonaro para acertar sua nomeação à Casa Civil e definir a estratégia para o segundo semestre do ano.

No Legislativo, os dois principais assuntos seguem sendo o CPI da Pandemia e o avanço da reforma tributária.

**Com informações da XP

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