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O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira (29) em queda de 0,5%, aos 125.675 pontos, puxado por Vale (-1,5%) e Ambev (-1,2%) após a divulgação de resultados.

Com isso, o índice se descolou do bom humor dos principais índices mundiais (bolsas americanas avançaram entre 0,1% e 0,7%) com os investidores seguindo a repercussão do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), que deu sinais “dovish”, de continuidade de uma política monetária acomodatícia.

Enquanto isso, o dólar comercial caiu 0,7%, cotado a R$ 5,08. DI jan/22 fechou em 6,195%; DI jan/24 encerrou em 8,12%; DI jan/26 foi para 8,55%; e DI jan/28 fechou em 8,87%.

Internacional

Mercados globais amanhecem negativos (EUA -0,7% e Europa -0,7%) após a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) americano anualizado de 6,5%, decepcionando as expectativas de 8,4%.

O time macro da XP reforçou sua estimativa abaixo do consenso, na qual o PIB americano deverá crescer 5,7% no ano. Já na Europa, a expansão de 2% no PIB veio acima das expectativas do consenso de 1,6%.

No Japão (-1,8%), dados econômicos de produção industrial mostraram um aumento de 6,2% em junho e vendas do varejo crescem 0,1% ano contra ano, mas decepcionam as projeções de 0,2%.

O destaque desta sexta-feira (30) é a divulgação do deflator do consumo americano de junho (Core PCE Deflator), o indicador de inflação favorito do Fed (banco central). O PIB do segundo trimestre nos principais países da Europa vieram relativamente em linha com o esperado, reforçando a tendência de retomada na região.

Ainda na seara internacional, os holofotes continuam sobre o Senado americano, onde estão sendo negociados os dois projetos chave da agenda Biden: o pacote de infraestrutura e o Plano das Famílias Americanas.

Brasil

A geração de empregos segue superando expectativas, impulsionada pela retomada no setor de serviços. A pesquisa Caged apontou criação líquida de 309,1 mil empregos formais em junho, acima da expectativa da XP e do consenso de mercado (285 mil e 270 mil, respectivamente).

Por fim, na política, ganha corpo a discussão sobre o novo programa de transferência de renda do governo. O Ministério da Economia estimou haver espaço dentro do teto de gastos para um programa de R$ 300 pagos a 17 milhões de pessoas, mas parte dos políticos que compõem o governo defendem que a medida seja discutida como uma exceção ao limite de despesas. A expectativa é que a definição aconteça no mês de agosto.

**Com informações da XP

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